
Comitê de Mulheres Negras Evangélicas e Protestantes
Fé crítica e antirracista na Marcha
O Comitê de Mulheres Negras Evangélicas e Protestantes nasce da urgência de articular e organizar mulheres que se identificam com um evangelho e um protestantismo crítico, consciente e antirracista. Também valoriza a participação e as contribuições históricas das mulheres negras evangélicas e protestantes no movimento de mulheres negras e na Marcha, tanto em sua primeira edição, em 2015, quanto na que acontece em novembro de 2025, em Brasília.
Formado por mulheres negras de diferentes denominações, o Comitê é guiado por uma fé libertadora e antifundamentalista. Reúne lideranças que atuam em movimentos políticos e sociais em diversos territórios do Brasil, com firme oposição ao racismo religioso, à homofobia e à transfobia. Defende o direito de todas estarem presentes, unindo forças pela reparação e pelo Bem Viver.
Por que o Comitê existe?
Para dar visibilidade às contribuições das mulheres negras evangélicas e protestantes nas lutas sociais e fortalecer suas vozes nos territórios. Considera ainda a expressiva adesão de pessoas negras ao protestantismo nos últimos anos. A Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver é o espaço para afirmar que somos diversas e comprometidas com as lutas do nosso povo.
O que o Comitê faz?
- Reúne mulheres negras evangélicas e protestantes dos comitês locais e movimentos de mulheres negras.
- Cria estratégias de diálogo e inclusão de evangélicas na Marcha, na luta por Reparação e Bem Viver.
- Fortalece redes de acolhimento e apoio para mulheres que vivenciam opressões.
- Dá visibilidade à participação das mulheres evangélicas e protestantes na Marcha.
Quem pode participar?
Todas as mulheres negras que se identifiquem como evangélicas ou protestantes, de qualquer região do país e denominação, dispostas a colaborar com a construção da Marcha e comprometidas com o respeito à diversidade religiosa presente no Movimento de Mulheres Negras.
Como surgiu?
O Comitê nasceu do reconhecimento mútuo entre mulheres negras, sejam elas cis, trans e travestis, evangélicas atuantes em movimentos sociais, pastorais, academia e comunidades locais, que já participam dos comitês da Marcha 2025 em seus territórios. A convocatória para a Marcha de 2025 foi o catalisador que transformou essa vontade comum em organização concreta, criando um espaço onde nossa fé e nossas vozes pudessem se expressar sem mediações ou censuras.
Como se conectar?
Mulheres interessadas devem enviar nome completo e contato de WhatsApp para o e-mail:
movimentonegroevangelicobrasil@gmail.com



