
JUSTIÇA CLIMÁTICA
Agenda política
Reconhecimento do racismo ambiental
Assumir oficialmente que comunidades negras, indígenas, quilombolas e periféricas são as mais impactadas pela degradação ambiental e pela crise climática, e criar políticas específicas para enfrentar essa desigualdade.
Indenização a populações atingidas
Garantir reparação financeira, reassentamento digno e preservação de vínculos culturais e territoriais para comunidades afetadas por desastres e crimes ambientais.
Soberania alimentar e agroecologia
Fortalecer a produção de alimentos saudáveis e livres de agrotóxicos, com apoio à agricultura familiar e aos saberes tradicionais.
Contra o #PLdaDevastação (PL 2.159/2021)
Barrar retrocessos no licenciamento ambiental que ameaçam ecossistemas, modos de vida e direitos coletivos.
Medidas concretas de mitigação e adaptação nas periferias brasileiras
Investir em infraestrutura, reflorestamento urbano, acesso à água potável e soluções que aumentem a resiliência das comunidades mais vulneráveis.
Ganchos jornalísticos
- Enchentes e desastres em territórios negros – impactos desproporcionais da crise climática sobre comunidades periféricas, quilombolas e ribeirinhas.
- Projetos de lei sobre licenciamento ambiental – acompanhamento do PL 2.159/2021 e de outras propostas que afetam a proteção ambiental e os direitos territoriais.
- Luta por territórios diante da mudança climática – disputas por terra e água, ameaças de expulsão e estratégias de adaptação lideradas por comunidades negras e tradicionais.
- COP30 em Belém – participação de movimentos negros, indígenas e periféricos nas negociações e nos eventos paralelos da conferência climática.
Efemeridades
- 13/10: Redução de Desastres Naturais
- 16/10: Dia Mundial da Alimentação
- 20/11: Consciência Negra
Sugestões de Pauta
- “Da favela para a COP 30: como mulheres negras estão mudando o debate climático”
- “#PLdaDevastação: por que mulheres negras dizem não ao projeto que enfraquece o licenciamento ambiental”
- “Quem protege a quebrada? A ausência insistente de políticas climáticas nas periferias brasileiras”
Fontes
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